Aos interessados

Aos interessados

Sejam todas e todos muito bem vindos ao nosso grupo.

Estamos ao vosso dispor para aqui publicarmos as vossas reflexões sobre a temática da Formação de Professores.
Para publicar, basta que enviem cópia digitada em words para o e-mail do administrador que, após moderação (principalmente contra plágios) e aprovação, se fará um prazer em veicular as vossas produções.
Para maiores informações visualize o registro do grupo junto ao CNPq através do link:


Visitou nosso blog?
Deixe um alô para que possamos saber que esteve por cá. Gostamos muito de todos nossos visitantes.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

102 BALANÇO MENSAL

O primeiro mês do ano de 2015 está terminando com um record no número de acessos (vistas) registrados até ao momento. Esta situação me deixa feliz na mesma proporção que aumenta minha responsabilidade em relação ao porvir.

Para agradecer todos e todas que me visitaram neste tempo em que o NUPENSE está no ar não tenho outra alternativa que não seja manter/melhorando a qualidade das postagens, dos serviços prestados e da interação com o povo que me segue.

Não desejo sucesso nem aparecer por vaidades fúteis... tudo que desejo é poder ajudar com o pouco que sei a todos e todas que demonstrarem estar interessados em algo diferente dentro da discussão da formação docente.

Minha ajuda é, também, uma auto ajuda, pois reconheço que também tenho aprendido muito nas trocas de saberes e interpretações que fazemos das incertezas e questionamentos que nos são colocadas pelos nossos interlocutores e por nós mesmos.

Vamos enfrentar mais um mês problemático por conta das paralizações festivas "mominas" que se avizinham. Mas de uma coisa tenho certeza, o saber e o aprender jamais tiram férias. Portanto vou permanecer atento, "ligado, antenado" como diz a gíria atual, nos acontecimentos gerais.

Obrigado pelo maravilhoso balanço do Janeiro e que o Fevereiro seja portador de "bons ventos" no nosso fazer reflexivo/prático. 

 











quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

101 CRESCENDO

Quase que não me comporto em meu interior, de tanta alegria sentida. Os motivos são de várias ordens e intensidades, porém quero destacar aquele que mais me anima e está mais diretamente ligado à existência deste espaço:

O número de participantes no GE está aumentando, não só exponencialmente, mas e também, qualitativamente.

Se eu já me vangloriava da qualidade do nosso GE, a partir de ontem vou ficar quase sem adjetivos para qualificar as reflexões que dali possam sair, tal a qualidade dos membros que compõem o grupo e do qual sou mero orientador.

Eu já esperava muito desse grupo, agora mais. Passo a acreditar que com as novas "aquisições" possamos alavancar nossas produções tanto teóricas, quanto práticas dentro do campo de reflexão que nos propomos abordar.

Obrigado minhas "meninas" e meus "meninos"... contem sempre com o apoio do "titio". E vamos em frente, pois o diferente não nos assusta!









domingo, 25 de janeiro de 2015

100 CENTENÁRIO


É para comemorar, para festejar, para compartilhar a alegria de ter atingido esta marca. Contudo, muito mais que apenas pela quantidade, alegro-me principalmente pela qualidade geral do blog, dando todo o destaque às belíssimas participações dos leitores que me instigaram a tentar, sempre, algo melhor na intenção de melhor servi-los.

O bolo é especialmente para vocês! A festa é vossa! Claro que eu participarei dela com todo o entusiasmo. 

Só me resta mesmo dizer um grande obrigado e que outros cem venham, carregando mais e mais qualidade aos debates que, para existirem, precisam de opositores, do mesmo modo que o veleiro precisa do vento, quantas vezes contrário.

Meu abraço de agradecimento (não nomeio ninguém para que não esqueça quem sempre esteve por aqui). 







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sábado, 24 de janeiro de 2015

99 SOU UM SONHADOR

Ainda não perdi as esperanças, mas a cada dia que se passa a ansiedade vai ficando mais dolorida. Vou continuar na luta!

A proposta de realização do II CICLO DE DEBATES: A FORMAÇÃO DO PROFESSOR EM QUESTÃO, é a responsável por toda essa "sofrência". Não é fácil, principalmente quando não se sabe de onde virão os recursos necessários para colocar em prática tudo que se almeja.

Dependendo desse quantitativo são várias as possibilidades de trazer para o nosso convívio e troca de experiências, nomes mais ou menos envolvidos com a temática que desejamos colocar para debater. O tema já foi escolhido, com uma antecipação suficiente larga que permita alguma alteração que se imponha de última hora e ficou assim determinado: "para que serve a formação". Pode parecer, aprioristicamente falando, uma provocação sem grande interesse para os nossos estudos, mas quando começamos a ler obras de José Pacheco passamos a compreender muito melhor toda a profundidade que essa questão encerra, além, evidentemente, do desafio provocativo que nos causa de imediato. Para falar desse assunto espero confirmar a presença do próprio José Pacheco, o que se transformará numa possibilidade imperdível de termos uma outra visão do ato de Formar Professores.

Quando digo que sou um sonhador, aponto para esta ideia meio louca que seria de juntar na mesma mesa de debate os professores José Pacheco e  António Nóvoa. São sonhos! Quem me ajudará a realizá-los? É aí onde eu penso com muita intensidade na autonomia financeira da instituição. Dentro deste modelo de financiamento que aí temos - aquele do pires estendido à caridade do governo - é fortemente possível que o meu sonho não vá além disso - um sonho! Mas eu sou resistente e "teimoso como uma mula" como se diz na pátria que nos viu nascer (aos três: Pacheco, Nóvoa e eu), logo não vou desistir com facilidade, mesmo tendo contra mim o tempo que de modo indefectível nos escorre entre os dedos. Vou fazer de tudo!

Aguardem para ver e caso não dê totalmente certo não sejam muito severos no julgamento que irão fazer dos acontecimentos!

Logo estarei de volta com boas notícias, SONHO ACORDADO!











quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

98 QUANTOS QUESTIONAMENTOS

Provocado por Pacheco, dou por mim a questionar o nosso modelo de formação docente. Sem quase me aperceber estou PRATICANDO a reflexão que fiz no post anterior, no qual discorro um pouco sobre a importância de, permanentemente, nos questionarmos.  

Foi assim, então, que hoje me encontrei diante da seguinte questão: Como ter uma formação de qualidade num curso em que os formadores são quase como seres hermafroditas, aqueles que se auto engravidam de um saber que é só deles, e "distribuído" por processo próprio, guardado como segredo de estado sob sete chaves?

Nesta altura, antes mesmo que possa ter respondido (ou apenas ensaiado responder) à questão anterior, eis que sou assaltado por um  monte de dúvidas em forma de interrogações: Estaremos formando, enformando ou desinformando nossos estudantes? O que nos impede (além de um ego extremamente egoísta) de compartilhar saberes/conhecimentos; elaborar propostas conjuntas que visem a melhor qualidade final de um processo; comunicar resultados obtidos; dividir alegrias e ansiedades; olhar todos para a mesma direção, por mais que o captado seja diferente; unir esforços em prol daqueles que a nós chegam sedentos de saberes e fazeres?

Por que, simplesmente, não sentamos e tentamos elaborar perguntas antes de darmos as respostas prontas para algo que todos já sabemos e nos interessam particularmente?

Por que "darmos a nossa aula" apenas através de teorizações jorradas a esmo de um artefato de papel, e não darmos a possibilidade de questionamento da realidade para os estudantes, tomando por base a construção da nossa teorização que, se isolada, acaba se perdendo nas brumas da memória e na imposição de quem mais pode?

Começo a concordar com Pacheco quando diz que "não passa de um grave equívoco a ideia de que se poderá construir uma sociedade de indivíduos personalizados, participantes e democráticos enquanto a escolaridade for concebida como um mero adestramento cognitivo".
Alguém tem respostas? Certezas?






 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

97 APRENDER O QUE JÁ "SE SABIA"

A tarde foi maravilhosa, de estudo e de compreensão de novos paradigmas que, a bem da boa e velha verdade, não são tão novos assim, e mais, fiquei como uma sensação bastante agradável que gostaria de dividir com vocês.

Vale contudo lembrar com alguma pontinha de tristeza que lamento a falta de presença de pessoas que sei teriam bastante  a contribuir com o grupo no momentos de nossas discussões. Mas a vida é assim, cada um com seus cada quais e seus problemas que outrem não sente nem não pode resolver.

Mas vamos lá: Vocês já tivera a sensação de se encontrarem diante de uma situação que lhes parece familiar e/ou fortemente conhecida? Quantas vezes isso nos acontece ao longo da vida? Também não saberia dizer, porém preciso confessar que algumas dessas situações me fazem entender um pouco melhor a mim mesmo e aos outros.

Fazer leituras que lhe lhe afirmam certas teorias ou lhe transmitem algumas certezas "inabaláveis" faz parte da nossa formação, pois precisamos, aqui e ali, de as termos sob controle. Hoje porém fui acordado para uma outra realidade (essa que me causou a sensação agradável) pela maneira como um texto questionador me fez sentir que a "incerteza" é um dos melhores meios de aprender. Sei! Você não precisa concordar comigo. Afinal, pouco mais faço que divagar sobre aquilo que me dá prazer, mas que não raramente desagrada a muita gente acomodada! Deixe para lá... 

Não, não pensem que enlouqueci (não creio que haja razão para tanto!), nem sequer descobri a pólvora, pois o modelo de texto que referencio parece-se (no meu devaneio) com a ironia socrática sendo praticada em pleno século XXI. José Pacheco me colocou na berlinda. Questionou-me de um jeito tal que me fez compreender que há muito imaginava saber muito quando, na verdade, pouco sei - esta é a minha conclusão. Mostrou-me as perguntas para as quais eu tentava simulacros de respostas sem objetividade, pois não tinha a provocação exata da pergunta. Isso me fez bem, ao contrário do que eu pudesse imaginar. 

Não sei se em razão do contato com a acomodação estiva caindo nesse marasmo, se estava entorpecido pela ausência de atividades em virtude de um prolongado processo de greve... só sei que os questionamentos - bem simples por sinal, mas tocando nos pontos certos - foram para mim o toque de despertar que estava necessitando escutar para começar a compreender que devemos, permanentemente nos interrogar, de forma direta e objetiva sobre os nossos fazeres e termos a coragem de buscar deslindar os estranhamentos que certamente surgirão diante das respostas mais sinceras que possamos fornecer.

Não fui o único "tocado" por essa realidade, pois meus parceiros e parceiras de estudo manifestaram pensares idênticos. Nossa sensibilidade foi despertada por esse texto maravilhoso do José Pacheco, salientando que estamos apenas iniciando a leitura, na verdade lemos apenas as duas páginas iniciais que estão carregadas de um força reflexiva tamanha que já nos fez passar dois encontros para atingirmos o seu fim.

Muita novidades nos esperam ainda neste texto denso de prática docente que se contrapõe na justa medida ao "teoricismo" que por aqui se pratica.

Vamos em frente! 








domingo, 18 de janeiro de 2015

96 O REPOUSO DO GUERREIRO

Depois de toda a tensão que suportei durante o período da greve e, principalmente, depois no ato de decretação da suspensão da mesma, precisava descansar pelo menos dois ou três dias! Foi o que tivemos, foi o que aproveitei.

Minha ausência deste espaço se deveu a esse fator bastante importante que é descanso. Escolhi a cidade de Triunfo/PE por saber que se trata de uma cidade serrana, onde o clima é, quase sempre ameno! Mas a coisa não está fácil mesmo, não! Durante a noite e o amanhecer a temperatura baixa bem significativamente, mas durante o dia o calor marca presença e encontrei lá temperaturas beirando os 36 graus, isto é, calor!

Mas fui quase obrigado a ficar longe da Net e do "molecular", lá o sinal é muito ruim, e quase não recebia notícias nem dava notícias. Deu para aliviar um pouco. Vai dar para aguentar até ao Carnaval, época em que tiro
mais uns dias para repousar!


                                                          Bico do papagaio 1260 metros de altitude


                                                                Teatro Guarany

                                                         A natureza dando seu pequeno show

                                                    Visitei o castelo, mas não vi o REI.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

95 CHAMADA GERAL

Pessoal,
Continuo apanhando muito para fazer transmissões ao vivo, via LIVE STREAM, como já tinha iniciado, lembram? Pois bem, esta porqueira deste windows 8 não me deixa grandes possibilidades, principalmente diante da minha "incapacidade tecnológica" de lidar com ele.
Neste sentido vou pedir aos interessados para me adicionarem no SKYpe, pois irei tentar,através dele, atingir meu modesto objetivo que é me comunicar com vocês de forma interativa e à distância na comodidade de cada um. Assim, se todos estivermos conectados, poderemos trocar ideias à distância, fato que melhora muito nosso trabalho, mesmo se esta prática não substitui o encontro presencial.

O meu skype é: tiomanecaspt@hotmail.com

Vamos fazer uma experiência?
 
Ok... às 14h00 deste 09/01/2015 estarei a postos para atender quem aparecer para fazer o teste, certo?
14h00!!!!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

94 FOI BOM

Não foi exatamente como eu esperava, mas foi bom demais! Talvez por ter criado muitas expectativas tenha sentido um pouco a maneira como aconteceu nosso retorno.

Mantivemos o mesmo grupo, coeso e imbuído de boas ações para este próximo período. Nada melhor que isso, pois é sinal que quem está frequentando os encontros está encontrando um pouco do que procura.  Lamento por uma colega que chegou um pouquinho depois que tínhamos começado e não conseguiu nos localizar. Uma pena de verdade, mas na próxima terça feira eu não deixo que ela fique de fora. Ela me ligou, mas eu estava com o telefone no silencioso não tive como perceber a sua chamada, principalmente por causa do som do vídeo da palestra que assistíamos. Quando fui ver a hora já bastante tarde, foi que vi suas mensagens. Pela minha parte de culpa quero deixar explícitas as minhas desculpas.

Mas não vamos esmorecer por isso! Para a frente é que se anda e quem para, cai, é que nem andar de bicicleta!

Aproveitei para fazer a entrega de três livros a uma das participantes (sortuda, né?) e traçamos planos para o próximo encontro. Portanto, o trabalho com o texto base só começará na próxima terça.

Até lá e continuo esperando vocês! 





quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

93 ANSIEDADE



Finalmente, amanhã, quinta feira, 08/01/15, daremos início ao novo período de estudos dentro da programação do nosso GE. Partimos para a análise de uma outra compreensão do que seja a formação docente, mas que, não afasta da visão de Nóvoa, arrisco dizer que outra visão apenas amplia os ângulos já determinados e determinantes apontados por António Nóvoa. Resumindo, são textos complementares.



Com José Pacheco teremos a oportunidade de nos debruçarmos sobre uma qualidade textual que, além da riqueza de detalhes sobre um processo formativo que foi e continua sendo sucesso, nos faz refletir, também, sobre as consequências de cada ato formativo no desenvolvimento de uma educação que queremos de qualidade.



Essa riqueza pode ser percebida já no primeiro contato com a obra que iremos explorar e ao depararmos com o sumário. A primeira provocação vem com a pergunta título daquele pequeno espaço (apenas duas laudas) a que podemos chamar de introdução: “Para que serve a formação”?



Depois, o nosso autor vai falando sobre racionalidades formativas, sobre modelos de formação, a integração teoria-prática como modelo educacional capaz de levar o aluno à construção do próprio conhecimento... Uma delícia que só pode ser apreciada com a leitura atenta do livro: PACHECO, José. Escola da Ponte: Formação e transformação da educação. Petrópolis: Vozes, 2008.  

Estão tod@s convidad@s a participar do encontro, às 14 horas no (Corredor da Pedagogia para juntar o grupo e acertarmos a sala onde trocaremos opiniões a respeito).

domingo, 4 de janeiro de 2015

92 LEMA

Este tem sido meu lema.
Não se trata, efetivamente, de outro tipo de motivação para o meu comportamento. Ninguém é obrigado a aceitar... aceita quem tem mente aberta ao diferente, à troca de ideias, à comunhão de ações em benefício geral.

Obrigado a quem vem comigo. Gratidão a quem é contra e sabe mostrar de forma didática e sem afrontamento. Um apelo a quem usa o silêncio indulgente para fugir das responsabilidades.


91 CORRENTES NO PENSAMENTO

Hoje é um dia de alegria. Em primeiro lugar este é o primeiro domingo de um ano que espero seja bastante produtivo dentro dos propósitos que venho traçando, depois de um período em que a maioria do nosso tempo esteve ocupada em pensar em comer, beber e festejar (também é preciso, concordo); em segundo lugar pela satisfação de ter feito contatos importantes para o desenvolvimento da proposta já elaborada e aguardando apenas a oportunidade de ser anunciada; num terceiro momento pela grande satisfação da produção encaminhada para publicação (ó coisinha difícil da gota serena é conseguir um espaço!); e, por fim, ao olhar para a direita da tela do computador acabo de perceber que ultrapassei a barra das 3.000 visitas a este nada pretensioso blog.

Por outro lado, a chuva que tanto brincou de esconde-esconde finalmente veio, o calor passou e aqui estou eu me percebendo em pleno trabalho (calma, fiz uma pausa para escrever estas linhas tortas!) fazendo ajustes finais em monografias de alunos. Por isso concordo, hoje muito mais que ontem e infinitamente menos que amanhã, que "o trabalho é a protoforma do ser social", segundo Marx.

Então vou alegrar-me e encher-me desta energia positiva para dar continuidade à minha briga incessante contra quem quer colocar correntes no pensamento e no fazer alheio. A diferença que queremos ver nos outros tem que extraída de dentro de nós, mas essa construção só se tornará mais fácil e viável se for uma construção coletiva.

Está fazendo a sua parte ou ainda não conseguiu livrar-se das correntes que lhe cerceiam até o pensamento?

  






sábado, 3 de janeiro de 2015

90 PISTA LIMPA

Acredito muito na inteligência do ser humano: para o bem e para mal. A inteligência malévola, em todo caso, dispenso-a de imediato e dedico este meu momento reflexivo aos meus leitores, amigos, alunos, curiosos etc. que até aqui chegam por algum motivo.

Quando no transcurso dos semestres/anos letivos me tenho deparado com questões do tipo: - "Professor, não tenho de onde tirar meu referencial teórico, para fazer a monografia", sempre tento refletir comigo mesmo (para não exteriorizar meu pensamento de imediato, pois poderia causar a Terceira Guerra Mundial): Est@s alun@s sabem muito bem usar a internet para pequenas coisas (no sentido da importância para a vida acadêmica), então, por que não lhes mostrar um pouco como fazer bom uso da mesma internet para seu benefício?

Foi assim, também, mas não somente, que decidi preparar a lista de revistas indexadas (ver AQUI e AQUI, nas quais, sabendo pesquisar, encontramos de tudo: Boas reflexões, ótimos estudos, uma produção mais ou menos atualizada e, o melhor de tudo, no bom e velho sistema da gratuidade. Esta é, para mim, uma segunda aplicabilidade (não por ordem de classificação, mas por contagem simples das possibilidades) para a divulgação que venho fazendo. Realço, novamente, que não tenho divulgado as revistas de maior classificação e já expliquei suficientemente os motivos de não fazê-lo, mas não há problemas de maior, se deseja conhecer essas revistas basta acessar o site da CAPES e baixar toda a listagem (ou lista completa) das revistas que estão classificadas naquela instituição (atinge facilmente uma centena de páginas com indicações detalhadas).

Bem, mas voltando ao assunto. Espero que meus alunos e minhas alunas optem por fazer uma visita simples às revistas que indico para que tenham algum material para escrever seus TCC e/ou outros tipos de trabalho tendo a consciência tranquila que estão apresentando um referencial minimamente qualificado para o embasamento de seus estudos. Vale ressaltar que cada artigo que você ler, lhe traz uma listagem de livros, revistas e artigos diferentes que lhe ajudarão a melhor compor o ramo de flores que você apresentará à banca, na hora da sua defesa.

Vamos lá?
Bons estudos!









89 ESTÁ PRECISANDO PUBLICAR ? (Cont.)

Com a intenção de possibilitar ao máximo que me for possível a publicação dos trabalhos dos meus alunos (ou de quem mais desejar) em revistas indexadas, com Qualis/CAPES, trago hoje a continuidade de uma lista iniciada lá no post nº 78.

Vale ressaltar que são revistas com as quais vou tendo contato em minhas buscas e não uma pesquisa direta ao site da CAPES, além disso tenho indicado aquelas que percebo mais flexíveis para aceitarem trabalhos de jovens e iniciantes escritores - o que de modo algum significa dizer que estou menosprezando o saber de alguém. Quem é da área sabe da dificuldade que há em "colocar um paper" numa dessas revistas de maior gabarito. Assim, optei pela modéstia de iniciar por aquelas com uma qualificação menos elevada.

Eis a tabela:

14
Rev. Latino Americana de Educ. em Astrologia
B3
15
Rev. Quaestio Estudos em Educação
B2
16
Rev. Reflexão e Ação
B2
17
Rev. Entrever
B5
18
Revista Poesis
B1
19
Rev. Atos de Pesquisa Educacional
B2
20
Revista Nuances
B4
21
Revista Linhas Críticas
B1
22
Revista Raído
B1
23
Revista Texto Livre (MG)
B3
24
Revista Espaço do Currículo
B4
25
Cadernos de Pesquisa (MA)
B4
26
Revista Interfaces Científicas
B2
27
Cadernos de cultura e ciência (URCA)
B4

Boa produção.