Aos interessados

Aos interessados

Sejam todas e todos muito bem vindos ao nosso grupo.

Estamos ao vosso dispor para aqui publicarmos as vossas reflexões sobre a temática da Formação de Professores.
Para publicar, basta que enviem cópia digitada em words para o e-mail do administrador que, após moderação (principalmente contra plágios) e aprovação, se fará um prazer em veicular as vossas produções.
Para maiores informações visualize o registro do grupo junto ao CNPq através do link:


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quarta-feira, 29 de abril de 2015

132 AMANHÃ

Amanhã teremos nosso último encontro do mês, hora de avaliar a situação. Em todo caso, nosso objetivo será o de traçarmos novos caminhos para um futuro bem próximo, diria melhor um curto prazo.

Pacheco vai voltar a ficar na crista da onda. Nóvoa nos acompanhará de perto, para não nos deixar escapar do rumo que vimos traçando.

Estamos muito próximos dos períodos de férias que se avizinham, difícil planejar algo para colocar em prática de imediato. Continuemos nossa preparação. 

O futuro está bem aí, na nossa porta, só é necessário facilitar-lhe a chegada.

Amanhã será um novo dia a nos esperar pacientemente. Até lá!














domingo, 26 de abril de 2015

131 AINDA HÁ TEMPO

Vamos lá!
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Ainda dá tempo!
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Mas não esqueça que que tem que fazer "print" da sua publicação mostrando o marcador na posição 4.999!

Boa sorte!














130 HOJE É DOMINGO, PÉ DE CACHIMBO

Acordei pensando cá com os meus botões: "E os outros"?

Quem são os outros? Aqueles autores que escolhi para fazer nossos estudos sobre a temática da Formação Docente. Quem são eles? Bem, retomo minha retórica: São os dois "tugas" - Nóvoa e Pacheco - e os brasucas: Duarte (Newton), e Libâneo (o José Carlos).

Já aqui tenho referido e referenciado amiudadas vezes os dois "tugas" e por esse motivo resolvi adentrar na perspectiva de Duarte. Venho fazendo isso abertamente, lá no Face, e convido atodos que aqui me seguem a dar uma "pisgadinha" (era assim que se dizia, no meu tempo, lá no meu quintal à beira mar plantado) na minha "Linha do tempo".

São análises "a frio", sem maiores "estudos ou preparações" para impressionar quem quer que seja... longe disso! Tento, na minha maneira peculiar, deixar a minha opinião primeira às afirmações de nosso autor que, acreditem se quiserem, refuto como uma das boas cabeças pensantes do país. Mas nem tudo pode ser concordância!

Quero, além de tudo, que meus amigos que me prestigiam com essa amizade tenham uma visão mais ampla do meu pensar educação, mas que isso jamais lhes tire a oportunidade de desfrutarem em paz e alegria este domingo assim meio que não sei... se chove... se faz sol...














sábado, 25 de abril de 2015

129 PARA O FIM DE SEMANA

Por motivos alheios à vontade dos integrantes do GE, não pudemos desenvolver as atividades previstas para o nosso encontro semanal que, de modo excepcional se realizaria neste dia de sábado (25/04/15). Nada de anormal ou contrário à nossa política de prática educativa, pois sempre precisamos ter uma alternativa preparada para a nossa ação, em caso de impedimento de qualquer modo/parte. Diante dessa impossibilidade, de irmos ao campo de aplicação, ficamos e demos continuidade ao que era possível fazer nessa situação.

Na 5a feira tivemos nosso encontro normal, no qual revimos algumas atividades práticas que poderíamos desenvolver e caso contrário (o que acabou acontecendo) retomaríamos as nossas leituras reflexivas dos textos de nossos autores.

Foi assim que ontem e hoje retomei a leitura de Pacheco e Nóvoa. Aproveitei para dar a conhecer a outras pessoas, que possivelmente não os conheciam, um pouco do pensar de cada um deles no que diz respeito à educação e a alguns conceitos basilares que esquecemos, amiudadas vezes, durante a nossa formação e que, no meu entendimento, são preciosos para se atingir um patamar mais elevado neste mundo da educação que anda tão rasteiro.

Por isso peguei dois extratos da obra de cada um deles e, um pouco à moda de resumo, fui dando a conhecer parte do pensamento desses autores na minha "linha do tempo" do Facebook. Acredito que muita gente tenha, pelo menos, parado para dar uma olhada nesses pensamentos. A julgar pela quantidade de "likes" a estratégia funcionou, pois tivemos até a possível adesão de mais um formando para participar de nossas reuniões de estudo.

Então, e por falta de marcação de uma nova data para aplicarmos nossa metodologia, na próxima 5a feira estaremos dando continuidade às leituras para o aprofundamento  da compreensão das práticas sugeridas pelos nossos autores.

Fica um convite estendido a quem desejar participar (sempre é tempo de se aprender coisas novas) e recomendar a quem não viu, que acesse a minha "Linha do Tempo" que ali encontrará boas reflexões para iniciar uma abordagem à nossa temática!

Boa leitura e melhor reflexão num fim de semana espetacular é o que lhes desejo!

 













domingo, 19 de abril de 2015

128 EM BUSCA DE TERRA FÉRTIL


Um agradecimento ao parceiro e fotógrafo, PP pela gentileza do registro de imagens.

Foi assim, de bem pertinho que ficamos a conhecer um pouco da realidade que nos espera. 

Essa criança sabe decodificar o código escrito - há quem diga que já sabe ler. É um ótimo começo, mas queremos mais, muito mais (dentro dos limites delas respeitando a idade o desenvolvimento já alcançado por cada um(a) dessa criaturinhas que passarão a fazer parte de nossas preocupações educacionais). Sua maior dificuldade: a matemática.

Podemos ajudar? Claro que sim! Para isso contamos com algo de muito positivo - mãe e filho querem aprender. Olhem só que maravilha! Como seria bom se nós (quando digo nós não me refiro apenas ao GE, mas a NÓS TODOS), educadores, pudéssemos despertar esse querer em todos os nossos aprendentes. Não é difícil e acredito que esteja ao alcance de todos uma prática/fazer diferente que possa cativar, inquietar e gerar curiosidade na criança. Acredito muito na curiosidade como elemento propulsionador de aprendizagens, na construção de novos saberes.

Finalizo esta reflexão com palavras de meu amigo José Pacheco (2013, p.14):

"Quando jovem professor, repetiram aos meus ouvidos a estafada frase “sempre assim foi e sempre assim será”. As realidades que vivenciei compeliram-me à aceitação de tão antiga sentença.
Porém, pouco a pouco, entre desilusões e esperanças, fui testemunhando transformações em seres humanos, que me ajudaram a refazer-me e, concomitantemente, a questionar a velha máxima. Hoje, posso afirmar que se sempre assim foi, assim poderá não ser... Acompanhei processos de ruptura com velhas crenças e práticas. Vi emergir culturas em tudo diversas daquela que (parecia) todos estávamos condenados a reproduzir. Hoje, eu sei que o desenvolvimento pessoal e social dos educadores não é algo utópico. Será, talvez, mais um inédito viável freiriano"
.

Referência:
PACHECO, José. Pequeno Dicionário das Utopias da Educação. Porto Alegre: Editora Wak, 2013.









sábado, 18 de abril de 2015

127 LIÇÕES PRÁTICAS - 2 REFLEXÃO

O título desta postagem já deve dar a entender um dos motivos de um aparente silêncio de minha parte sobre esta "obra" a que demos início no GE - Estamos em estado reflexivo após a escutatória.

Depois de uma semana passada do ato de escutar (veja o post anterior), sentimos a necessidade de parar para refletir a realidade encontrada. Veja, abaixo, um desses momentos.

O ato, em si, foi bastante prazeroso e significante face às nossas pretensões. Posso dizer mais, foi gerador de apreensões e, concomitantemente, reações que nos induziram a retomar o nosso pensar, principalmente do ponto de vista estratégico. Foi assim que nesta segunda visita, realizada na passada quinta feira, dia 16/04, a situação clareou um pouco mais na linha do horizonte almejado.

Como não estávamos atingindo um número suficiente de alunos e pais/mães, arriscamos propor ao diretor da escola um trabalho durante o período normal de aula, tendo para isso a anuência da professora responsável pela sala e em concordância da coordenação pedagógica. 

O diretor sentiu-se prestigiado, pois quem ali estava não era um GE e sim a UNIVERSIDADE que, diga-se a bem da verdade, anda tão isolada da escola para quem prepara profissionais das mais variadas categorias. Comprou de pronto a ideia e nos deu, perante as duas profissionais já citadas, uma enorme carta branca para que possamos desenvolver nosso fazer. Somos-lhe gratos e no momento oportunos saberemos retribuir e agradecer a oportunidade que nos está dando para que possamos desenvolvermos nosso trabalho.

Próximo sábado, dia 25 será para nós um momento muito especial, pois estaremos frente a frente com o corpo docente da escola para apresentarmos nosso projeto em todos os seus detalhes. Esperamos a aceitação e o apoio sempre necessário ao desenvolvimento do mesmo. Se a receptividade for a mesma da equipe administrativa e da professora que será mais focada na ação, por conta da turma, acreditamos que tudo poderá resultar num enorme benefício coletivo.

Diz Nóvoa (2011, p.21) :


Através dos movimentos pedagógicos ou das comunidades de prática, reforça-se um sentimento de pertença e de identidade profissional que é essencial para que os professores se apropriem dos processos de mudança e os transformem em práticas concretas de intervenção. É esta reflexão colectiva que dá sentido ao seu desenvolvimento profissional.
 
Mais uma vez a ansiedade vai lá para a estratosfera! Resistiremos! 


Referência Bibliográfica

NÓVOA, A. O regresso dos professores. Pinhais: Melo, 2011.













sexta-feira, 10 de abril de 2015

126 LIÇÕES PRÁTICAS - 1 ESCUTATÓRIA

Demos início à nossa prática educacional, partindo dos pressupostos e teorizações apresentadas pelos nossos autores que vimos estudando. Vale salientar que, deles captamos as teorizações das práticas para que, finalmente, possamos praticar as teorizações num processo dialético e dialógico de aprendizagem.

Vencemos a ansiedade e partimos, um tanto descontextualizados ante as incógnitas que enfrentaríamos, rumo à concretização de uma ideologia: fazer o diferente em educação num ambiente contaminado por práticas autoritárias e menos refletidas. Vale, desde já apontar que não temos a solução para os "cascudos" problemas que a educação apresenta ao longo dos tempos históricos, o que temos é a vontade de fazer diferente, na tentativa de elevar minimamente e/ou dentro das nossas possibilidades, o nível educacional oferecido a um grupo de pequenos cidadãos e pequenas cidadãs vítimas de um processo degradado de construção de saberes de interesse apenas da classe mandante deste país.

No horário previsto - na verdade um pouco antes, pois a ansiedade nos impulsionava - estávamos nos nossos postos. Mas que ansiedade é essa de que tanto falo? Vejamos: a nossa proposta é APENAS uma tentativa que permite o duplo resultado erro/acerto. Somos falíveis apesar de nossa experiência e do embasamento teórico-reflexivo que temos. Destarte, aplicar um projeto a uma população desconhecida sob todos os aspectos que a observemos é tarefa para deixar qualquer ser humano na ansiedade.

Os alvos de nossa ação foram chegando, timidamente e com um olhar desconfiado como que a questionar: - "o que eu fiz desta vez"? Ou, pior ainda: - "o que esse grupo comandado por esse velho quer com a gente"?

A timidez ficou, também, por conta do pequeno número de pessoas que compareceram e da ausência (forma de proteção?) das crianças que são, no final, nossos "alvos"! Digamos que - de minha parte - senti naquelas mães que compareceram uma atitude protetora em relação a seus filhos(as). Muito justificada esta atitude, principalmente nos tempos que correm.

A primeira lição:

A prática da escutatória (Rubem Alves, dentre outros) foi a decisão que, no enfrentamento das ansiedades - nossas e das mães - nos pareceu ser a mais adequada técnica de dar início ao nosso desempenho. Fizemos nossa apresentação, de uma forma bastante simples e condizente com a plateia que nos assistia para que não ficassem dúvidas quanto à nossa procedência e objetivos. As fisionomias começaram a se "descrispar". Em seguida foi o momento de escutarmos as falas daquelas que, mostrando terem compreendido e assimilado nossa "missão", passaram a narrar suas expectativas.

Tivemos uma lição - logo aprendemos - de humildade e de vontade de "dizer" a sua visão do processo educacional que esperavam para seus filhos. Relataram com a maior franqueza e honestidade "as dificuldades percebidas" no processo de aprendizagem dos filhos. Apontaram, na sua forma direta de falar, para possíveis soluções. Tiveram o brilho nos olhos quando souberam que nós queríamos o melhor para suas pequeninas bem-querências.

Ficou a vontade - em nós e nas mães - de termos a criançada (são alunos(as) de segundo ano) ali pertinho de nós para escutarmos deles as suas necessidades educacionais. Acreditamos, no GE, que boas surpresas nos aguardam. Que venha a próxima quinta feira.

Saí - pessoalmente - encantado com essa aula de cidadania. Aprendi um pouco mais, principalmente que devo buscar me fazer escutar para exteriorizar o meu desejo por algo melhor, por algo que sei que me é devido e não me está sendo ofertado. Aprendi, ainda, que escutar os outros pode ser ato aprendizagem e reflexão para o meu pensar/ fazer. Acredito ter sido modificado por esta ação que, em grupo, praticamos. Obrigados mães, vocês foram fenomenais enquanto educadoras.

A reportagem fotográfica fica prometida para uma próxima postagem, pois o "fotógrafo" ainda não me passou as "provas"!

     


















quarta-feira, 8 de abril de 2015

125 CONCRETIZANDO TEORIAS

Depois do merecido repouso do guerreiro (aproveitei a Páscoa pra fazer um turismo e lazer até Alagoas) estou de volta.

             Maceió (orla) à noite, vista do hotel
Nesse meio tempo, as coisas se precipitaram um pouco, mas nada incontrolável, basta um pouco de organização e boa vontade para tudo voltar ao normal.

Amanhã já teremos para enfrentar uma pequena surpresa (incógnita) na medida em que procuraremos colocar em execução praticas diferenciadas de educação, para as quais tomaremos por base nossos referenciais teóricos que temos estudado nos últimos meses. Mas por que incógnita ou a surpresa? Bem, é não conhecemos, nem de longe, as crianças que serão alvo dessas ações que, por sua vez e em decorrência de não sabermos o que vamos encontrar, são também algo indefinido.

Conversando hoje com um dos componentes do GE dizia de minha ansiedade e fazia comparações que, por mais absurdas que pareçam, traduzem a minha perspectiva neste momento: Comparava essa nossa ação com a indecisão, a desconfiança, o medo, o cuidado e a tensão de alguém que pega num carro novo do amigo. São tantas diferenças daquela lata velha que possuímos...

Pois, é este exatamente o sentimento que hoje me domina. Mas com a experiência, o saber e a força do grupo, tudo isso não passará de café pequeno. Queremos que esta nossa experiência possa ser vivenciada em outras salas, em outras escolas, em outros municípios, em outros estados... só precisamos garantir o sucesso de nossa ação pedagógica.

Amanhã devo ter novidades! Amanhã devo ter suplantado esse pequeno tremor que sinto querer se apoderar de mim (de nós, acredito)!

Mas juntos somos fortes, somos mais!

Amanhã teremos notícias sobre as perspectivas de obtermos sucesso.

Até lá!