Aos interessados

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

184 QUE ESCOLA NOS OFERECEM?



Prometi que voltaria ao assunto e aqui estou. Se este tema começa a representar uma série, o seu primeiro artigo você pode recordar aqui.

Antes de continuar devo registrar o meu interesse na questão que abordo, principalmente quando esta pode - e deve - ser inserida na discussão da possibilidade de se formar um educador capaz de oferecer aos pais a segurança necessária para que eles voltem a confiar na instituição ESCOLA que anda tão desacreditada. Não queria e nem quero ser o dono da verdade. Exponho minha opinião e gostaria de discuti-la com mais gente, de um modo mais abrangente e preferencialmente. Tento continuar a minha argumentação, pois não acredito que apenas discussões pontuais estejam à altura de resolver toda a problemática educacional que enfrentamos. Numa primeira tentativa de discussão, lá nos idos 2013, apenas o meu fiel parceiro de luta (Prof. PP) interagiu e de pronto se manifestou a respeito, malgrado as publicações tenham atingido a casa das 400 visualizações (em média) e esta situação me levar a elaborar os seguintes questionamentos:

O que impede as pessoas de interagirem?
Algum tipo de medo de represálias?
A acomodação?
O receio da exposição?
A falta de argumentação?
O conformismo com a situação vivenciada?
O desejo de manter este status quo por algum interesse pessoal?
Por total desconhecimento?
Por pura alienação?

É fortemente possível que as pessoas estejam imaginando que “essa história da educação” é coisa que só diz respeito aos outros, principalmente àqueles envolvidos com a escola a quem a família se viu compelida a entregar a responsabilidade pela “educação” de sua prole. Ledo engano!

Mas logo a seguir à publicação da primeira ponderação recebi uma notícia veiculada pela revista Nova Escola em que é feita a defesa da educação escolar, condenando a educação familiar. Separei três extratos que passo a comentar, desde já indicando que este será apenas o segundo episódio da série.

Há outras tantas organizações, como a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned) e a Aliança Nacional para Proteção à Liberdade de Instruir e Aprender (Anplia) que reúnem os participantes do movimento. Cada um à sua maneira, esses grupos se pautam no discurso de que, diante de uma escola de má qualidade, o melhor é ficar longe. Mas será que essa é a situação de todas as escolas? E se os problemas existem, não seria mais corajoso e eficiente enfrentá-lo? De que adianta tomar uma decisão individual para um problema coletivo? E, principalmente, será que essa é mesmo a melhor alternativa para a criança?

Tentemos, então, dar uma resposta, a nossa resposta, aos questionamentos aqui levantados pela revista.

Efetivamente, salvam-se as honrosas exceções, mas de um modo bastante geral podemos afirmar sem medo de errar que a qualidade da nossa educação pode ser classificada de má para péssima.

Quanto à coragem e à eficiência do enfrentamento para sanar os problemas, aguardo que me digam quem devo enfrentar: 
a) O governo do estado que me manda trabalhar por amor – pois salário bom é só para político corrupto;
b) O governo federal que permite que toda uma plêiade se reúna para discutir aquilo que nunca praticaram e redijam leis para a educação mais fajutas umas que as outras;
c) A má vontade política (portanto, todo o congresso) de oferecer possibilidades de melhoria à educação via alocação de verbas suficientes.

Desde quando a vontade da maioria é formadora de opinião neste país, em matéria educacional? Quem é esse coletivo que anunciam: o coletivo dos analfabetos, dos alfabetizados funcionais, dos que têm pouco mais que cinco anos de escolaridade, ou aqueles alienados pelo sistema educacional que não faz mais que preparar, mal, para o mercado de trabalho, pois até para isso se tem mostrado incompetente?

Aqui o problema talvez não seja a questão da melhor ou pior alternativa para a criança, não busquemos reverter o problema, pois ele não é da criança e sim dos adultos que sabem muito bem o tipo de criança que querem formar. A educação domiciliar é, a meu entender, a melhor alternativa para botar o dedo na ferida social que estes governos têm criado ao longo do tempo. Quando esse governo se sentir desacreditado até para educar seu povo, talvez faça uma reflexão e perceba o quanto a população está saturada de ser negligenciada nesse quesito.

A solução, no entanto, não é a mais adequada. “Quando os pais acreditam que a qualidade não está satisfatória, devem se unir a outros e reivindicar melhorias”, orienta Cury. Telma também prega pela participação dos pais para discutir e construir uma escola melhor.

De qual escola o Sr. Cury está falando? Da escola pública, aquela que os governos estaduais e municipais utilizam para desviar verbas para outras finalidades (algumas delas não esclarecidas); ou daquela outra, particular, que cobra “suaves prestações mensais” dos papaizinhos ricos, na qual um diretor está sempre atento aos desejos de poucos para com isso atingir a todos os utentes com mais uma elevação do preço da mensalidade?

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) é obrigatório que crianças e jovens entre 6 e 14 anos frequentem uma instituição de ensino. Os pais que não matriculam seus filhos podem ser denunciados, precisam pagar multa e enfim devem passar a cumprir à determinação.  
É... Não podemos relaxar com o cumprimento da lei. Ela deve ser obedecida por todos aqueles que fazem o país, inclusive os Srs. políticos e os Governos em qualquer esfera do poder público que desejemos abordar. Vale salientar que a lei também diz e obriga a que a educação pública deva ter qualidade. Será que os governos obedecem? Há muito que eles são denunciados pelo descumprimento desse preceito legal, qual foi a multa que eles pagaram, ou quando foi que passaram a cumprir o que eles mesmo determinam para que TODOS cumpram? Sim, todos, inclusive o governo, devem obedecer às leis que produz.

Enquanto o governo não tomar atitudes e práticas dignas de respeito à legislação devemos sim lutar pelo que melhor podemos oferecer aos nossos filhos: uma educação doméstica. Claro está que nem todos podem usar dessa prerrogativa, mas isso só nos dá mais argumentos para a discussão com o governo sobre a qualidade da educação e da necessidade de ter profissionais efetivamente preparados para tal, com salários compatíveis com a sua profissionalização e a oferta de melhores condições de trabalho, para cuidar dos filhos do povo brasileiro e não apenas dos filhinhos de papai que podem pagar elevadas somas pela educação da prole. O tempo dos sofistas há muito devia ter acabado, mas...

Espero poder continuar esta discussão!

quinta-feira, 30 de julho de 2015

183 VELHAS RAPOSAS SOB PELE DE CORDEIRO



Hoje, pretendo retomar uma discussão iniciada há algum tempo, mas que não me trouxe as respostas que esperava, principalmente diante da constante constatação da perda de qualidade de nossa educação. A motivação maior é e sempre será, discutir a qualidade da educação e, por seu turno, a formação docente para essa qualidade que desejamos ver melhorada.

Essa proposta de discussão parte da justiça enquanto representante do Estado contra o povo brasileiro. Gostaria de voltar a discutir este assunto mais profundamente, mas não posso obrigar ninguém a participar de um debate que não deseje. Cabe ressaltar que esta discussão pode ser enquadrada, pela sequência, na análise mais aprofundada do PNE e suas propostas.

Nesse sentido, permitam que aponte aqui os motivos para que se possa fazer uma primeira abordagem. Se não conseguir tiver respostas, contestações/comentários ou sugestões para o assunto, prometo solenemente a mim mesmo quer farei aqui a discussão "solo".

A notícia já não é nova e eu estou recuperando esta discussão de outro blog que tenho quase abandonado. Vale desde já salientar que a “série” já atingiu quatro postagens e que, agora, depois da retomada, certamente terá mais algumas ideias a serem expostas e discutidas.

Vejamos o motivo de tudo isto:


Depois de lerem a matéria me digam se não está aí uma boa discussão, partindo do seguinte pressuposto: Até que ponto o Estado, que nos oferece uma educação de péssima qualidade, pode decidir sobre a "obrigatoriedade" de a população frequentar esse modelo arcaico e ultrapassado de educação, quando está provado que a "informalidade" - aqui designada de domiciliar - pode ser "n" vezes superior?

Logicamente, vão aparecer argumentos de todas as espécies a esta minha provocação; logicamente, não defendo a generalização do processo; mas se alguém assume essa tarefa educativa que a escola não desempenha, não vejo motivos para não atender desde que, ao final, receba o bônus ou o ônus dessa sua demanda. Aliás, botando um pouco de lenha nessa fogueira, não é exatamente o que o governo está fazendo quando ele mesmo propõe a EaD, inclusive para os graus mais elevados da qualificação acadêmica?

Esta e outras incongruências devem ser postas em questão após reflexão profunda das contradições que implicam. Todas as decisões são tomadas nas penumbras ameaçadoras dos gabinetes políticos e em atendimento ao solícito Capital, via plena satisfação dos interesses dos “homens de negócios” na área da educação, enquanto a sociedade é vitimada por políticas sociais desonestas. Pobres de nós que estamos sujeitos a tamanhos descasos.
 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

182 POR QUÊ...?

... dar o peixe se é tão fácil ensinar a pescar?


Pense nisso!

181 ENQUANTO ISSO...

Estes dias de "inércia forçada" não têm sido de todo improdutivos, senão vejamos:

Tenho aproveitado alguns momentos em que as dores musculares têm sido menos intensas para refletir, escrever e voltar a refletir sobre o escrito. O resultado desse processo dialético espero trazer a lume em breve. São ponderações e, sobretudo, atrevimentos de minha parte, pois sei que, mais uma vez como já é costume, vou deixar gente de cara virada, de humor negro aflorando o caráter mais sombrio do ser humano, enfim, a coisa vai pegar.

Mas eu sou assim mesmo, quem me conhece sabe que gosto de provocar mudanças e que por mais que as caras se fechem, mais dia menos dia as pessoas caem do púlpito e se dão conta que, na verdade, aquele a quem já andam chamando de "mãe Dinah" muitas das vezes tem razão. Esta talvez seja mais uma oportunidade para confirmar as "previsões"!

Logicamente que nesses escritos falo de educação, de qualidade de educação, de qualidade de educadores, de modelos educacionais e de muitos discursos descontextualizados da prática.  São visões atrevidas e palavras sem barreiras que trarei até quem quiser ler. Ninguém é obrigado a aceitar minha maneira de ver, preciso tão simplesmente mexer com os brios das pessoas de tal forma a que elas parem para me xingar... estarão prestando um serviço enorme à educação, pois acredito que desse xingamento algo poderá respingar nas vestes luzidias, brilhosas e elegantes com as quais muitos de nós nos ornamentamos (eu incluso) para procedermos ao ritual da nossa aula.

Uma nota positiva neste intervalo forçado: bons contatos com uma escola em que se pratica uma educação muito próxima daquilo que projeto como a mais apropriada ao desenvolvimento plena e interessado do aprendente. Vou organizar, para breve, um visita coletiva para os componentes do NUPEMSE e depois, quiçá, para as minhas turmas de graduação. Aguardemos os acontecimentos. As aulas recomeçam na segunda feira e nós já temos compromissos agendados para o semestre inteiro.

Vou ficar aguardando a boa vontade de Dona Zica me deixar "livre para voar".   

terça-feira, 28 de julho de 2015

180 ANOMALIAS

Muitas pessoas se queixam de um ou de outro mês do ano como sendo aquele que maiores problemas traz. O meu tem sido o de Julho e por esse motivo o chamo de mês das anomalias. Outras pessoas têm alguma restrição ao mês de Agosto (desgosto, dizem!), mas comigo não é bem assim, como referido anteriormente.

Normalmente este é um mês de férias, para uns, para outros... Nem pretendo contar tudo que me acontece neste meu "querido" mês de julho, mas pode acreditar que de cobranças indevidas a problemas pessoais e de saúde, tudo me acontece neste mês. Correria o risco de morrer mais novo, mas não diria nada se alguém de poder resolvesse erradicar esse mês do nosso calendário (ruim seria se outro ocupasse seu lugar, pois na verdade não se deve alterar o que há tanto tempo está estabelecido).

Apenas para constar que, como não faltava mais nada para completar este "belo mês", recebi a visita desastrosa de Dona ZICA da Silva Brasileira, parente próxima de outra senhora distinta e famosa do nosso meio - Dona Dengue. Não pensem que é uma qualquer... Ela se aproxima de você, gentilmente e com seu charme fogoso lhe faz sentir a força do seu abraço, deixando-o caidinho aos seus pés, todo dolorido, depois dessa relação profunda em que as penetrações são eficazes e rápidas produtoras de resultados: você fica zicado e pode apostar que durante um período de tempo variável passará sem coragem para se opor aos desígnios da senhora.

Estou nesse estágio da falta de vontade própria, pois a danada da senhora Zica se apoderou dela e está a fazer estragos em meus planos mais imediatos.

Recomendo-lhes, vivamente, que se por acaso alguém lhes quiser apresentar a digníssima, façam de conta que não estão entendendo e fujam para as montanhas.... é mais prudente!

Por agora fico por aqui na "curtição" do único remédio que se pode tomar: SOMBRA E MUITA ÁGUA FRESCA! 

Fiquem com inveja!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

179 É PIADA PRONTA?

Venho dizendo - há muito, não é coisa recente - que a educação no Brasil é um "pátio de recreio" onde cada qual inventa a sua brincadeira ou pratica aquela sua favorita! A famosa "casa de mãe Joana" perde é feio!

Todos estamos velhos - quase caducos - de saber que foi preciso quase declarar uma guerra mundial para aprovarem o PNE que, finalmente, viu a luz com alguns anos de retardo. Menos mal, mas tanto pior. Atrevo-me a dizer como Horácio: "parturient montes, nascetur mus" que, numa tradução rápida quer dizer "a montanha pariu um rato". Por quê? Vejamos:

Além de tardio, não traz, no meu entender, nenhuma alternativa plausível e transformadora para os cursos de formação de professores que são praticados por este Brasil a fora. Para comprovar este meu pensar trago apenas um recorte (a parte inicial de uma notícia veiculada neste dia 13/07/2015 p.p., na qual se apresenta o Parecer 2/2015 do CNE e já aprovado pelo MEC:

                Cursos para formar professores terão carga horária maior e mais prática

13 de julho de 2015

Para a segunda licenciatura, a duração será de 800 a 1,2 mil horas e os cursos de formação pedagógica para os graduados não licenciados devem ter a duração de 1 mil a 1,4 mil horas

Fonte: Agência Brasil

"A formação dos professores será mais longa e mais voltada para a prática em sala de aula. É o que define parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), que já foi homologado pelo Ministério da Educação (MEC) e que deverá ser colocado em prática em até dois anos, prazo para que os cursos em funcionamento se adequem às novas regras.

A homologação do Parecer 2/2015 é parte do pacote de medidas adotadas pelo governo no final do primeiro ano de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE). Entre as mudanças está a exigência de uma carga horária maior para os cursos de licenciatura, que passam de 2,8 mil, o equivalente a três anos de formação, para 3,2 mil ou quatro anos de formação.

Para a segunda licenciatura, a duração é de 800 a 1,2 mil horas e os cursos de formação pedagógica para os graduados não licenciados devem ter a duração de 1 mil a 1,4 mil horas.

Os futuros professores terão durante todo o curso atividades práticas, além do estágio supervisionado em escolas. “Há toda uma perspectiva de integração da educação básica e superior. Pensar a formação dos professores agora não é uma atribuição apenas das instituições de ensino superior, mas é uma parceria com a educação básica”, explica o relator do parecer, Luiz Fernandes Dourado".


Descubra a novidade e ganhe um prêmio!

3.200 horas? Isso é brincadeira! Há quantos séculos nós já vimos praticando essa modalidade? Agora que o CNE percebe esse descompasso entre as IES do país que, diga-se de passagem, não são nada respeitosas com o que as leis determinam - e fazem cada uma do seu modo - aquilo que lhes convém e interessa? Basta que você faça uma simples pesquisa pelos cursos de Pedagogia pelo Brasil adentro para perceber o descalabro que vem sendo praticado.  Isso me faz colocar outra questão: Que tipo de formação estamos dando aos nossos discentes? Por que temos o mau hábito de reclamar da nossa educação se não temos condições de formar condignamente aqueles que querem sejam responsáveis pela educação dos outros?

Se o CNE aponta para quatro anos de duração do curso de Pedagogia, quero receber de volta o tempo que já despendi, a mais, durante pelo menos cinco anos. Sim, desde 2010, pelo menos, que o nosso curso vem tendo a duração de quatro anos e meio. Curiosamente já fui chamado de louco quando defendi (com apoio das Diretrizes de 2006) que o curso deveria ter apenas três anos e meio, como ali é recomendado. Talvez aqui esteja a justificativa para tantos desacertos que temos visto de um modo geral - as pessoas parece não saberem interpretar um texto, seja ele legal ou não. Talvez...

"Atividades práticas" - algo bem abstrato e não definido convenientemente. O que entender por "atividades práticas"? Para que essa porta aberta a oportunismos desnecessários e prejudiciais? O que está impedindo - além da pouca vontade - de conceituar, determinar de forma concreta o que sejam, quais sejam e onde serão praticadas essas atividades práticas?

Relação Educação Básica com Educação Superior... espera aí! Essa relação não é parte constituinte do processo formativo desde os primórdios da formação docente? E os textos legais? Estão descobrindo a roda? Por que não constroem Escolas de Aplicação em todas as IES?

Isto é apenas um começo de discussão sobre algo que não passa de uma perda de tempo, pois a própria Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases já determinam o que é e como deve ser desenvolvida a educação no país, mas parece que nossos queridos concelheiros não conhecem esses instrumentos legais... que dirá saber fazê-los cumprir depois de suprirem todas as necessidades para que o processo se desenvolva. Não, ao contrário, fazem é baixar o orçamento destinado a esse fim e depois vêm querer tapar o sol com a peneira para justificarem os altos gastos (?) para "estudarem a problemática da formação docente"! Por favor... me poupem!    









 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

178 PARABÉNS

Hoje, dia 13/07/2015, completo um ano de blog. Na contagem, dia por dia, teria sido ontem, dia de domingo, mas pela data estou completando hoje esse primeiro aniversário. Este fato merece uma retrospectiva.




A data é importante e o evento também, pois são pilares sobres os quais tenho firmado um pouco do meu pensar em educação e mais principalmente na questão da formação de professores. A luta tem sido grande e constante.

Neste ano transcorrido tenho algumas vitórias e outras tantas derrotas: faz parte do jogo e o torna interessante e instigador. Não tenho andado sozinho: tenho bons e boas companhias que me têm dado sustentação e ajudado a criar coragem para ir sempre mais em frente.

Até este momento, ao completar ano, tenho registradas no contador de visitas (pouco confiável, mas que serve para dar uma ideia do desempenho do trabalho realizado) 6.792 visualizações. Não posso exigir mais. Nem tudo que veiculo é do interesse geral e, portanto, considero razoável o meu desempenho.

Para me dar essa audiência toda, conto com a colaboração dos grupos que, para espanto meu, uma pesquisa aligeirada e recente me mostrou que, em um único dia, o recorde das visualizações chegou às 131. Por isso o meu agradecimento aos grupos que me ajudam a ir mais além.

Temos ações já agendadas e divulgadas para este segundo semestre deste que se mostra um ano atípico(academicamente falando) o de 2015. Vem aí o II CICLO de DEBATES e estou prevendo novas promoções com entrega de livros (dizem ser um ótimo presente!) para incentivar a participação de mais amigos e amigas no Grupo de Estudo que, para minha alegria, se vem consolidando lenta, mas firmemente. Pretendemos ainda (falo por todos os participantes do nosso GE) lançar, de preferência ainda este ano, um livro com as nossas reflexões sobre a temática da Formação Docente. Aguardemos esperançosos.

Quero agradecer, também, aos amigos e amigas que aqui e ali aproveitaram para interagir através dos comentários postados. Tentei responder a todos (ou quase!) por entender que essa é uma das minhas obrigações. Gostaria de ter que responder muitos mais, mas sempre digo que a qualidade deve ser ressaltada em face da quantidade. A todos, por isso, o meu muito obrigado.

Se me desejarem ver ainda mais feliz, venham participar desta pequena comunidade em que se pretende tratar de assunto que é de nosso interesse. Não liguem muito para as minhas palavras de outro modo que não seja o de provocador para início de conversas. Você não está obrigado(a) a concordar com as minhas posições, ou pensares... eu apenas gostaria de conhecer a sua maneira de ver a questão em debate para que eu possa refletir com mais profundidade naquilo que me angustia.

Então, se me dão licença, vou ali comemorar este aniversário.

Parabéns para nós!  










quarta-feira, 8 de julho de 2015

177 POSSO CONTAR COM VOCÊ?

Amanhã partimos para a parte decisória do nosso evento. Precisamos ser céleres ou o tempo nos engolirá.

Confiança no meu grupo, pequeno mas forte, não me falta, mas precisamos do apoio de mais colaboradores.

Já parou para pensar em fazer parte desta empreitada? Não? Pois pense rápido!

Até ao final de semana devo estar com as "artes" do cartaz e do folder prontas para impressão e divulgação.

Depois é partir para o abraço.

Posso contar com você?






terça-feira, 7 de julho de 2015

176 ENTREGA DE PRÊMIOS II

Depois de sete dias - estive de viagem à capital tratando de assuntos pessoais - estou de volta à ativa.

Confesso que não poderia ter melhor notícia que aquela que me dá conta da chegada do livro que sorteei à boa terra baiana. Meu amigo Jackson de Jesus acabou de me enviar uma belíssima foto que comprova para o meu público leitor o recebimento do seu exemplar.

Aproveito para vos apresentar meu nobre amigo baiano:


Se eu trago apenas a sua foto é pelo fato que não quero cometer nenhum desacerto, deixando a Jackson, ele mesmo, o trabalho de se apresentar mais completamente seja aqui mesmo ou nos comentários. 

Quero aqui, publicamente, agradecer a força que ele tem dado ao blog, motivo pelo qual o presenteei com o exemplar que nos mostra na foto.

Além disso... estou retomando as atividades e informando que o trabalho atual do GE está se concentrando mais na organização do evento que iremos promover em Outubro. Assim que as diretrizes estiverem ultimadas estarei por aqui para fazer a devida divulgação.

Por agora deixo apenas essa informação: aos vossos trabalhos sobre a problemática (exclusiva) da formação docente.

Um amplexo geral e irrestrito!