Aos interessados

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sábado, 28 de novembro de 2015

262 PAISAGEM

O pano de fundo sobre o qual se misturam imagens e sentimentos está situado algures entre a base e o topo de uma montanha. Se não corresse o risco de ser mal interpretado diria que se trata de um planalto, que não é tão plano e nem chega a ser tão alto. Altiplano talvez traduza melhor a posição geomorfológica do local.

Lá no fundo da imagem percebo alegres correrias de crianças felizes, despreocupadas que praticam seus jogos mais prazerosos. São imagens que tendem a esfumar-se na cortina de penumbra que a vida me vai colocando ante os olhos. Mas vejo, ainda.

Num plano mais próximo, bem mais nítida, a imagem de adultos que se confraternizam, mas percebo bem ali, um tanto dissimulado, alguém que parece não comungar com a alegria esfuziante da maioria. É alguém com ares de rei, diferentemente trajado, a quem alguns parecem bajular. Encostado a uma parede sem reboco algum tipo de maltrapilho a quem um cachorro amigo lambem amorosamente o rosto. Por que tantas diferenças?

Numa multidão que parece passar, aguçando um pouco olhar vejo vários trabalhadores daqueles fáceis de identificar: um bombeiro, uma enfermeira, um pintor, um carteiro e o gari. Outros mais estão por ali para aplaudir alguém que do alto de um púlpito brada: - "Caros cidadãos e cidadãs, se eleito eu for..." Bingo! Um político!

Não percebo em lugar algum (por falta de visibilidade profissional, social e/ou política) a figura do professor. Ah! Esse deve estar em casa corrigindo trabalhos e provas de alunos (alguns deles verdadeiros cábulas). Não vejo nenhum deles por falta de um reconhecimento que vai muito além da simples visibilidade pessoal.

É pela janela da humilde casinha que percebo um vulto, meio recurvado e que parece portar fortes lentes diante dos olhos já cansados pela prática prolongada do trabalho em condições menos satisfatórias de luz. Por cima da janela, quase sumidas, ainda dá para tentar adivinhar o letreiro que há muito o tempo quase apagou: "Escola - Casa do Professor". Percebo então que, no sacrifício do exercício de sua profissão, o professor é quase obrigado a renunciar a uma vida em sociedade, pois os mandantes não querem dar-lhe tempo para que ele possa refletir sobre a situação profissional que enfrenta. Por isso elx é guerreirx. VERDADEIRX GUERREIRX!

A um canto da imagem consigo vislumbrar uma superfície lisa e fria que reflete tudo que se colocar diante dela. Olho, meio amedrontado, e o que vejo me desilude, me desaponta. É a minha imagem que vejo ali e nessa imagem só consigo ver um professor. 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

261 DESCENDO DE ONDE NUNCA ESTIVE

Ao longos destes quinze anos que conto na minha história pessoal como professor da URCA posso garantir e jurar de pés juntos que nunca fiquei "em cima do muro" quando o assunto a ser tratado exige uma postura pessoal que reflita no coletivo. Não uso de discursos demagógicos para me promover ou, simplesmente, para agradar A ou B.  Neste já longo espaço de tempo desafio quem quer que seja a me imputar alguma atitude mais dúbia em relação ao meu posicionamento. Sou daqueles que quando veste uma camisa, vou ate às últimas consequências, ou até que me provem que a minha análise e opinião estão erradas. Sou, muito mais do tipo teimoso por convicção pessoal... abomino a prática "Maria Vai Com As Outras"!

A atualidade brasileira, graças a alguns grupos menos preparados para encararem a possibilidade da derrota, traduz a instabilidade emocional e o despreparo do povo brasileiro para lidar com esta ou aquela situação adversa. A URCA, na sua individualidade, não foge a esse diapasão. E não foge por um único motivo: FALTA DE COMPROMISSO DE PARTE SIGNIFICATIVA DE SEUS FORMADORES DE OPINIÃO. Quem vivencia o dia a dia desta instituição sabe muito bem do que estou falando, e a não reação a esse fazer me preocupa. No discurso: REVOLUÇÃO é a SOLUÇÃO - mas - e sempre tem esse famigerado MAS que muitos teimam em ignorar por conveniências pessoais - a prática é outra: INDIVIDUALISTA, pois o pensamento predominante é: que outros façam greve que eu simplesmente usufruo das férias que os otários me propiciam (com vencimento pleno, por favor!).

Já fui expulso da reitoria pela tropa de choque... mas tínhamos um ideal para suportar o que passamos. Quando a causa é justa e premente, estou lá, não abro mão! Mas quando o oportunismo político pretende angariar dividendos desmerecidos (ou não totalmente merecidos, por estar fora de contexto, como é caso atual) podem contar com minha voz contrária. Portanto, considero que jamais estive em cima do muro, sempre me expressei - favorável ou contra o movimento paredista. Desta vez, pelas articulações (permitidas pela falta de conhecimento), acabei não votando CONTRA a greve. Mas jamais votaria a favor dela na atual conjuntura!

O minha maior preocupação, contudo, fica com a cegueira que se abate sobre um setor da universidade que se diz o mais prejudicado (o discente) por não entenderem que quem mais os prejudica são exatamente aqueles professores "mais idolatrados", com maior poder de dissimulação discursiva , mas de práticas nem sempre condizentes com o que pregam.

A título de conclusão deixo expressa a minha racionalidade: "desconfiem de quem muito lhe passa a mão na cabeça, na primeira oportunidade lhe trai". 
 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

260 TEMPOS REESTRUTURANTES

É isso! O tempo de ontem, de hoje e de amanhã (até a próxima quarta feira) é aquilo a que chamo de tempo reestruturante. Tudo a refazer, a repensar, a reorganizar e planejar para que as ações vindouras possam ser de sucesso. Só assim consigo me localizar em meio a um embrenhado de ideias (cada uma mais louca que a outra, segundo meus detratores), mas assim mesmo, entre loucuras, vou fazendo, produzindo, tornando-me útil a uma sociedade carente de ações, muito mais que de discursos que nem bolas de festa de aniversário enchem mais.

Lancei, no seio do ambiente onde poderia ter mais colaboradores, o desafio de se juntarem aos já participantes para que possamos levar adiante muitas e boas ações formativas e de aprendizagem. Não tenho absolutamente a certeza do sucesso dessa minha empreitada de arregimentação, pois, malgrado os já citados "discursos transformadores", a prática do comodismo é evidente e preponderante. Mas sou resistente! Sou paciente (nem tanto, confesso!) e darei continuidade a um projeto iniciado, nem que para tanto tenha que enfrentar todas as adversidades sozinho. Temos, infelizmente, muita gente que pleiteia a mudança, mas quando as chamamos a mudar elas se escondem atrás de falsos pretextos e das desculpas mais esfarrapadas que nem o "velho homem do saco".

A vida continua! Temos até dia 15 de dezembro para fazer a organização (depois entramos de férias, merecidas férias!) e o retorno já será muito próximo do início do novo ano letivo na escola que "adotamos" como parceira para aprendermos. Precisamos ser ágeis e objetivos. Relembro que continua fazendo minha parte dentro da disponibilidade de tempo que tenho. Não sou e nem pretendo ser o controlador de ações... quero tanto quanto, ser um executor de tarefas, pois considero que também eu tenho ainda muito a aprender. Boa será, sempre, a troca de experiências e de saberes, mas, se necessário for, agirei de forma "solo" contando apenas com quiser ser parceiro(a) nesta jornada.

Confio, contudo, que outros interessados surgirão e que logo estaremos "a mil" no rumo de novas práticas.

Um forte abraço a todos(as), colaboradores(as) ou não! Tentei provocar vocês. Aceitem a provocação ou permaneçam na mesmice e simplesmente esqueçam de reclamar que a vossa formação não é condigna!   

terça-feira, 24 de novembro de 2015

259 PLANOS PARA UM FUTURO IMEDIATO

Em meio a um enorme turbilhão de afazeres e "não-fazeres", depois de um recomeço um tanto tumultuado de semestre (começar semestre em pleno fim de Novembro é o cúmulo da idiotice, mas "manda quem pode e obedece quem tem juízo"), tive hoje uma manhã altamente produtiva. 

Na continuidade de meu desejo de ajudar a educação praticada na escola Julio Joel, surgiu-me a luz que necessitava para colocar no papel um projeto que espero possa agradar à comunidade escolar.

Sentei frente ao PC e de uma penada tracei as linhas mestras de algo que já havia abordado de modo superficial com uma de minhas parceiras - a Diretora Magnólia. Fiquei, intimamente satisfeito com o resultado. Mas como não estou só nesta empreitada e nem desejo, apenas, aparecer aos olhos alheios de um modo independente do grupo que me apoia, preciso, antes de divulgar o referido projeto, dialogar e trocar figurinhas com os meus parceiros (vale salientar que entre estes parceiros incluo o corpo docente da Julio Joel). Nesse sentido, preciso fazer uma reunião ampliada em que estejam presentes todos os que serão envolvidos no projeto (algo difícil, mas jamais impossível).

Este Semestre promete! Mais uma vez lamento a quantidade de participantes (principalmente no que diz respeito ao pessoal da IES - tanto docente quanto discente). Mais uma vez reclamarei do individualismo, da falta de espírito de grupo, da falta de vontade de fazer o diferente, talvez e tão simplesmente, porque o diferente assusta, apavora quem não sabe ou quem simplesmente se acomoda atrás de um discurso revolucionário artificioso, pérfido.

Logo teremos notícias dos resultados desta sondagem para saber da viabilidade do projeto. Quem sabe, depois, traremos os resultados da ação desenvolvida. Isso nos ajudará a melhor pensar um rumo para a educação que desejamos.

Até lá! 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

258 MATEMÁTICA SEM DOR



Não me sobram mais dúvidas: a prática é a melhor maneira de formar quem amanhã terá que ser o mediador da aprendizagem. Esta, por sua vez, será bem mais significativa se vivenciada nessa prática (ou no lúdico, se assim lhe quiserem chamar) que deve estar sempre imbricada com o trabalho do abstrato.


                                                               Montando o jogo


O abstrato, aqui, não é apenas algo que só pode ser imaginado... Não, o abstrato, neste caso, pode representar, tão simplesmente, algo que está momentaneamente fora do nosso alcance visual ou do tato, do contato mais físico com a abstração.

O tempo vai passando, e repentinamente me senti novamente criança, brincando como uma, levando alegria, diversão e – principalmente – saber ao um pequeno grupo de jovens criaturinhas que não têm - por conta de um montão de circunstâncias que desconhecem - a possibilidade de acesso a um saber um pouco mais sistematizado e apresentado de forma a cativá-las enquanto, quase sem sentir vão aprendendo algo que lhes será útil para a vida que terão que enfrentar.

               Atentemos para os detalhes da prática de montagem

A escola que escolhi para apoiar e desenvolver meus estudos formativos com um grupo de alunos do curso de Pedagogia – que querem, pela fina força, que forme professores – me proporcionou no dia/tarde de ontem, 10/11/15, essa alegria de fazer pequenas pessoas um poucochinho mais feliz enquanto a matemática (entendam, neste momento, as quatro operações) eram desenvolvidas, passando pela rapidez de pensar e o início do cálculo mental, ao tempo em que também as professoras, funcionários e diretora da escola voltávamos a ser um pouco aquelas crianças brincalhonas.

A brincadeira, em si, foi confeccionada ali mesmo, pelos alunos – com a orientação do professor – e pode ser realizada ao modestíssimo custo de R$ 3,00 (três reais) e da busca de algum tipo de material reciclável (garrafinha Pet, tampas de garrafinhas pet) e uma folha de cartolina. Ah! Os três reais foram gastos para adquirir três dadinhos no valor unitário de um real a unidade.

                                                                             Pensar é preciso

A brincadeira foi ótima! No começo, até entenderem a sistemática do jogo “a coisa” foi meio mole, mas logo os alunos e alunas passaram a jogar como “gente grande”. Recordo que no início até para obter os resultados, o cálculo era feito contando nas pontas dos dedos, mas depois... a matemática (tabuada se assim quiserem entender) foi fazendo caminho naquelas mentes jovens que só precisam ser desafiadas, provocadas, instigadas que a produção surge quase que de imediato. Só faltou não quererem terminar a brincadeira.

A responsabilidade, agora que a semente foi lançada, é da escola no sentido de multiplicar os brinquedos na medida do possível, para um maior número de alunos possa se divertir aprendendo.

Mas só trabalhamos a matemática? Claro que não! Ao terminar a brincadeira (depois que teve alguém que chegou primeiro ao número 10 (não é tão fácil como parece, pois precisa contar bastante com a sorte, embora o saber esteja em primeiro lugar), pedimos que os participantes (que foram, também, os construtores do joguinho) fizessem um relato escrito da experiência, para que depois, mais tarde pudessem ler e explicar aos coleguinhas – trabalhamos aí a Escrita e a Leitura. Com o aproveitamento dos materiais, incentivamos a reciclagem. Com o jogo, através das regras propostas, trabalhamos valores como respeito ao próximo, camaradagem, a vontade de participar sem que a condição de ganhar se sobreponha no momento da participação e trabalhamos, principalmente, a autoestima dos alunos, mostrando-lhes que eles também são capazes de fazer tudo que foi produzido e tendo como recompensa a alegria de aprender brincando.

Um agradecimento todinho especial à equipe da Júlio Joel por mais essa tarde de aprendizagem enquanto mediávamos a troca de saberes e pelas fotos maravilhosas aqui utilizadas.

sábado, 7 de novembro de 2015

257 OS NEO REVOLUCIONÁRIOS

Queria, hoje, falar de um tema que vem sendo recorrente na minha vida, tanto pessoal como profissional: a compreensão do significado da palavra Revolucionários. Pouco o são, em verdade, apesar de, nos discursos diários, muitos assim se auto intitularem. 

São eles que me fazem imaginar que aquele "sistema" que condenam é exatamente o mesmo em que praticam suas mais significativas "ações revolucionárias". São os mesmos que, após o discurso inflamado e colorido em tons vibrantes de vermelho, se juntam em alegres e nababescas comemorações sem se importarem minimamente com o alienado - como chamam - que ao seu lado passa por todo tipo de necessidade e privações. Vai para a marcha dos despossuídos, mas chega ao local em sua Mercedes ou BMW. 

já o “neo revolucionário” acredita que lhe será bem mais fácil contribuir para a destruição do sistema "agindo por dentro” e nesse sentido resolve que a melhor tática é usar o jogo político. Usa a expressão: "Se não podes com o inimigo, junta-te a ele". É uma prática que considero, pessoalmente, bastante suicida. Esta minha consideração leva em conta o conceito elaborado por Marx, segundo o qual, o suicídio deve ser analisado "(...) sobretudo como sintoma de uma sociedade doente, que necessita de uma transformação radical" (2006, p. 16).

Nesse sentido, e sempre usando o próprio "maître à penser" dos revolucionários, Marx, afirmo a minha compreensão que não é preciso ser socialista (embora me afirme como tal) para criticar a ordem estabelecida. Difícil mesmo é tentar colocar em prática a maioria dos conceitos que se verbalizam aos sete ventos, enquanto deixamos a âncora encalhada entre dois rochedos enormes: O orgulho pessoal e a necessidade de autoafirmação.

Tanto a uns quanto a outros eu queria deixar, na forma de citação, de Maquiavel, a minha motivação para sempre estar questionando as posturas "ditas revolucionárias", inclusive as minhas (percebam que enfatizo as "ditas revolucionárias"!):

Nunca se deve permitir uma alteração da ordem para evitar a guerra, pois, assim agindo, a guerra não será evitada, mas apenas adiada, em condições desvantajosas (MAQUIAVEL, 2002, p. 41).

Para finalizar, acrescento que mesmo em busca da transformação (que deve começar em nós mesmos, é bem verdade!) não pode existir sucesso se a ação se transmuta numa ação individualizada, fora do âmbito do coletivo em que vivemos. São pequenas regras que precisam ser respeitadas. Usando a ideia de um dos considerados revolucionários na educação brasileira e conduzindo nosso fazer para o diálogo, vale ressaltar que é necessária a presença e a participação de vários interlocutores para que ele aconteça, caso contrário vira monólogo ou, como costumo dizer, diálogo de uma voz só: o ego de quem fala.

 









 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

256 O FIM DO MUNDO

Está aí algo em que sempre acreditei: o fim do mundo! Há, também, quem chame a esse momento de fim dos tempos. Não importa qual seja a nomenclatura, precisamos acreditar nisso.

Se alguém tiver dúvidas sobre essa predestinação basta que olhe para trás e perceba que a cada dia que passa, a cada hora e a cada minuto o fim para alguém. E chegará para todos uma hora qualquer sem que tenhamos o direito de escolha ou de opinião. Chega e é o fim. O fim do mundo, o fim dos tempos, o fim de um ciclo que, finalmente, se encerra.

Todos nós relutamos bastante em aceitar esse ato final de um processo que tem, queiramos ou não data e hora marcada. Devíamos aprender a conviver com esta realidade. Mas somos humanos condicionados por dogmas impostas por uma religião que nos aprisiona e faz temer o desconhecido. Esses dogmas nos fazem pensar a morte como um castigo ou, no mínimo, como processo que pode culminar no fogo do inferno. Tememos, pois, pelo destino daqueles que nos deixam depois de uma importante missão que acaba de ser cumprida. Não temos mais notícias e isso ajuda a manter o dogma. É difícil nos privarmos do convívio daqueles com quem mantemos, entre outras coisas, relações de consanguinidade.

Somos seres de sentimentos moldados no exercício de costumes que nos chegam de período remoto. Aceito, com toda a humildade, que apenas a cada um a partida deixa saudades. Apenas pondero, sem querer com isso influenciar quem quer que seja, que precisamos ser espiritualmente fortes para compreender essa fase do ciclo que é responsável pelo encerramento, pelo apagar das luzes de uma ribalta na qual, de algum modo, fomos protagonista de um espetáculo que não pode ter ensaio.

Que nosso idos tenham todos a PAZ merecida e conquistada em vida. 

Relembro palavras certas ditas por quem nem sempre foi o melhor estadista português

“Sem hesitações, sem queixumes, naturalmente como quem vive a vida, os homens marcham para climas inóspitos e terras distantes a cumprir o seu dever. Dever que lhes é ditado pelo coração e pelo fim da Fé e do Patriotismo que os ilumina. Diante desta missão, eu entendo mesmo que não devemos chorar os mortos. Ou melhor. Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem” (António Oliveira Salazar).     

A vida, essa continua!