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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

267 O TAMANHO DA LUTA



O tempo... Ah! O tempo é cruel.
Envelhece o novo; cansa o resistente; afugenta o impaciente; enruga o liso; esmorece o vívido; apaga a chama; anula o expressivo; corrói o brilhante e, enfim, me desanima nos meus mais lícitos intentos.

Bem sei que na vida é preciso haver, sempre, mais que uma corrente de pensamento para que a sociedade possa, ela, usar a seu favor a síntese dessa peleja entre os polos que se colocam frente a frente, numa guerra sem balas, na qual a melhor argumentação sai vencedora. Essa luta eu quero travar; nessa guerra ganharei algumas batalhas e noutras serei vencido – ninguém pode ser sempre o melhor por todo o tempo. Mas terei lutado. Já dizia Emiliano Zapata: “É melhor morrer de pé do que viver de joelhos”. Prefiro morrer lutando a viver fugindo. Recomendo, aos que não me acompanham, o que diz José Martí: “Se não lutas, pelo menos tenha a decência de respeitar os que o fazem”. Belas palavras que o vento e o tempo carregam.

Se uma flor só não é sinônima de primavera, não devo pensar que serei o novo D. Quixote (esta imagem já se tornou recorrente no meu falar e no meu fazer e me faz passar, talvez, por alguém um tanto rocambolesco) na batalha contra os moinhos de vento. Esse vento é forte e tem assolado um sujeito que se encontra fragilizado com o passar de um tempo em que não soube construir defesas e preparar armaduras que lhe permitam resistir aos ataques impiedosos desse vento que sopra sempre do lado mais tenebroso de encontro ao lado mais rutilante.

São os opostos que se enfrentam (ou, talvez, seja uma luta desigual entre quem manda e quem não pode mandar) com armas desiguais. Luta inglória ou talvez nem tanto, mas luta! Às vezes paro, me aquieto arquejante e penso: não dá mais. Mas dá, basta ser persistente e não desanimar.

Mas, como não desanimar? Temos dois exemplos que, por si sós, nos deveriam fazer refletir: São Paulo e Santa Catarina. A educação em caos! Juntemos a esses dois, o caso talvez mais bizarro de Goiás. Marconi Perillo e seus feitos privatizantes através das tais OS. Pensei que já tinha visto tudo... mas de última hora fico sabendo que o Maranhão está seguindo o mesmos passos. Quem será o próximo: Ceará? Rio de Janeiro? E todos os outros. Parece uma peste que se alastra a olhos vistos diante da aparente impotência de um povo anestesiado por alguma nova droga que o liberalismo deve ter descoberto para embrutecer a forma de pensar deste meu povo. Basta olhar o exemplo da Argentina: ainda não acredito que “los Hermanos” elegeram um “pró rican” como presidente que disso tem dado a maior prova ao nomear, inclusive, um cidadão americano para uma das pastas mais importantes do seu governo.

Onde iremos parar, meu senhor?  

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