Aos interessados

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Sejam todas e todos muito bem vindos ao nosso grupo.

Estamos ao vosso dispor para aqui publicarmos as vossas reflexões sobre a temática da Formação de Professores.
Para publicar, basta que enviem cópia digitada em words para o e-mail do administrador que, após moderação (principalmente contra plágios) e aprovação, se fará um prazer em veicular as vossas produções.
Para maiores informações visualize o registro do grupo junto ao CNPq através do link:


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quarta-feira, 23 de julho de 2014

06 - PARA BUSCAS NA INTERNET



Contribuindo com aqueles que desejam fazer suas buscas de materiais que já estão disponibilizados no mundo cibernético deixo aqui pequena contribuição. Sabemos que todos os docentes e alunos fazem uso de sites de busca na Internet para localizar material para compor os trabalhos acadêmicos. Aqui estão algumas dicas que vão ajudar  para encontrar mais facilmente o que você deseja. 

MAS ATENÇÃO:

A dica mais importante é a dica nº 1. Em se tratando de trabalhos acadêmicos todo cuidado é pouco para selecionar suas fontes bibliográficas. Utilize sempre material científico.

Outra recomendação importante está relacionada ao modo como você utiliza o encontrado. Não caia em plágio, além de feio é proibido. Acesse, cite, interprete e reescreva, mas dê os créditos a quem merece.

Vamos às dicas para facilitar sua pesquisa:

1. Realize a busca em sites de natureza científica.
O ideal é que a busca de material para compor as referências do seu trabalho acadêmico sejam feitas em sites de natureza científica, como portais científicos, base de dados de periódicos científicos, bibliotecas digitais/virtuais, entre outros. Ainda, se a sua opção é usar um site de busca, recomendo que use o Google Acadêmico, pois ele reúne links de natureza científica.

2. Utilize as aspas ( “……” ), elas limitam a pesquisa ao termo exato que você digitou.
Exemplo: “Mundo Animal”. A maioria dos resultados que você terá são realmente relacionados a animais. Utilizar as aspas evita que a busca apresente páginas de outros Mundos.

3. Utilize os asteriscos ( * ), eles funcionam como um coringa, ampliam o resultado de uma pesquisa.
Exemplo: Brasil*. O asterisco amplia os resultados da pesquisa para brasileiro, brasilianista, etc.

4. Utilize o sinal de menos ou hífen ( – ), ele elimina a palavra ou a frase, para restringir o resultado de uma busca.
Exemplo: Cordilheira - dos Andes. Com o hífen na busca, virão as páginas que contenham qualquer cordilheira, menos a dos Andes.

5. Utilize “e” (para buscas em site de língua portuguesa) ou “and” (para sites de busca em língua inglesa), deve ser colocado entre duas palavras, para trazer páginas que contenham as duas expressões.
Exemplo: Futebol e Natação. O resultado da pesquisa trará páginas que contenham registros sobre os dois esportes ao mesmo tempo.

6. Utilize “ou” (busca em site de língua portuguesa) ou “or” (busca em língua inglesa) devem ser colocados entre duas palavras, os resultados trarão páginas que contenham uma ou outra palavra.
Exemplo: Brasil ou Argentina. O resultado da pesquisa vai trazer páginas que contenham qualquer um dos dois nomes.

7. Utilize “não” (buscas em português) ou “not” (buscas em inglês), os resultados trarão páginas que tenham umas das palavras, ou as duas, mas não a expressão inteira.
Exemplo: República not bananas. Resulta em pesquisa que não tenha a expressão “República das Bananas”. Aparecerão resultados que contenham República, Bananas, mas excluirá a expressão “República das Bananas”.

Fonte: Adaptado de: http://www.sitequente.com

domingo, 20 de julho de 2014

05 - ADEUS POETA EDUCADOR



A preocupação começa a se abater sobre mim, talvez sem maior razão, pois dirão que se trata de visão velha querendo influenciar a visão nova. Deixo inicialmente uma pergunta que buscarei responder ao longo data reflexão: Que visão é essa, a nova que me estranha?

Quem está mais próximo de mim conhece minha inquietação com os rumos que o sistema educacional (temos um de verdade?) vem tomando. Essas mesmas pessoas sabem da minha luta, até certo ponto solitária, no meio em que labuto para tentar introduzir algumas transformações que possam conduzir a um pequeno desvio de rota na caminhada educacional das novas gerações. Mas vou, pouco a pouco ficando cansado de tanto lutar em vão. O pior, aos poucos vou perdendo os apoios que me pareciam poderem me ajudar/inspirar nessa guerra contra o quase impossível ou, apenas possível para os sonhadores. É assim que me sinto hoje: um pouco mais solitário com o desaparecimento de Rubem Alves.

Ele não era, na verdade, um guia, um guru, nem sequer uma fonte em que eu bebesse frequentemente. Mas respeito, muito respeito pela sua sagacidade e visão surpreendente que, aliadas a uma forma de expressão que beirava o lírico quando falava de educação faziam com que eu o respeitasse e muito, mesmo se em alguns pontos bem específicos minha concordância com ele não atingisse os 100%!

A sua descrição da Escola da Ponte (um dos exemplos em que assento a minha ideia de escola com educação de qualidade) é simplesmente emocionante. Falava da educação com entusiasmo, mas não dava soluções tal como o pescador que não dá o peixe, mas ensina a pescar. Falava de uma educação que ensina a pensar, a ir em busca do conhecimento e não a ficar à espera que tudo seja posto na mesa, preparado para ser, tão somente, deglutido. Também eu aprendi assim, na busca por mim mesmo, lá onde o conhecimento estava, o conhecimento que queria, necessitava ou julgava importante. Nós não temos, todos, as mesmas necessidades educacionais e/ou de conhecimento, somos distintos e de interesses não só diferentes como, até e por vezes, antagônicos. Não há, portanto, como querer criar uma forma única através da qual todos passaremos para sermos formados. Sempre me senti provocado a pensar através de sua posição questionadora, assim como a de outros tantos pensadores, que em vez de me darem respostas prontas me deixavam a autonomia que me ajudou a criar a visão que tenho hoje.

Ele partiu, mas nos deixou seu legado para a posteridade: a sua palavra escrita, falada que estará certamente contribuindo para a formação críticas de muitos de nós.

RIP


"As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
Aprendemos palavras para melhorar os olhos."

"Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido!"

Rubem Alves 

Alguns links interessantes:


http://rubenalvesvieira.blogspot.com.br/

Nota: O primeiro link é relativo à primeira parte de um programa imperdível... procure os outros dois que aparecem na lateral da página do youtube.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

04 - PEQUENA CONVERSA COM NEWTON DUARTE



Pequena conversa com Newton Duarte
Manuel Fernandes
17/07/2014 
Quero começar uma nova reflexão a respeito da temática da formação docente sobre a perspectiva, desta vez, de Newton Duarte. E nada melhor para tal que aceitar a sua provocação inicial em um de seus trabalhos. Diz-nos Duarte (2001):
Iniciarei esta apresentação defendendo a tese de que a assim chamada Pedagogia das Competências é integrante de uma ampla corrente educacional contemporânea, a qual eu chamarei de Pedagogias do “Aprender a Aprender”. Já há algum tempo venho desenvolvendo um estudo acerca dessas pedagogias, por meio de uma pesquisa de cunho teórico-bibliográfico que realizo com apoio do CNPq, pesquisa essa intitulada O Construtivismo: suas muitas faces, suas filiações e suas interfaces com outros modismos.

O rumo está traçado. Falar de “uma corrente educacional” implica falar, também, dos agentes que a colocam em prática, isto é, os docentes. Claro está que, para o bom desenvolvimento de uma determinada corrente é necessário ter esses profissionais treinados (formados) para a execução da tarefa. Assim compreendendo e é partindo desta perspectiva que farei minhas análises.

Duarte vai nos lembrar em tempo hábil que essas competências trabalhadas por Perrenoud (1999) se juntam aos chamados “métodos ativos”, tudo centrado no aluno, utilizados como paradigmas preconizados pela teoria escolanovista. Esse postulado é bem afeito ao pensar de John Dewey e do nosso Anísio Teixeira, seu discípulo. Esses métodos ativos implicam, sempre segundo o autor, num raciocínio que tende a provar que “são mais desejáveis as aprendizagens que o indivíduo realiza por si mesmo, nas quais está ausente a transmissão, por outros indivíduos, de conhecimentos e experiências”. Pessoalmente, comungo ainda desta vez com Duarte quando atrela essas aprendizagens individuais a uma noção de autonomia que, a mim, soa falsa.

Há, na teoria desenvolvida por Duarte, um segundo posicionamento que também me inquieta bastante, na justa medida da discussão que busco estabelecer e argumentar: “é mais importante o aluno desenvolver um método de aquisição, elaboração, descoberta, construção de conhecimentos, do que esse aluno aprender os conhecimentos que foram descobertos e elaborados por outras pessoas”. Aqui está exposto, de forma implícita, um ideário que carece de uma maior análise, pois considera, por um lado, a importância de se aprender a pesquisar e, por outro lado, o valor enaltecido do conhecimento já existente, portanto, do que já está incorporado às práticas desenvolvidas por terceiras pessoas. Isso fica bem patente na forma sucinta como Duarte nos apresenta a questão:

São portanto, duas ideias intimamente associadas: 1) aquilo que o indivíduo aprende por si mesmo é superior, em termos educativos e sociais, àquilo que ele aprende através da transmissão por outras pessoas e 2) o método de construção do conhecimento é mais importante do que o conhecimento já produzido socialmente.

Mas, onde está essa relação? No contraditório, logicamente. Quando afirmo que o ideário está “implícito” estou a falar da posição contraditória àquela destacada na citação acima. Assim, refletindo de modo rápido e aligeirado, não pode haver pesquisa, método científico, sem o conhecimento empírico, prévio. Esse conhecimento empírico é resultado de uma prática, social e historicamente situada e referenciada, que teve por executores “outras pessoas”. Tentando resumir o meu pensamento questiono: “Aonde chegará um ser humano largado à própria sorte, sem alguém que oriente, pelo menos, os seus primeiros passos”?

Já temos dados coletados através de pesquisa da Fundação Vitor Civita (2010, p. 8) que provam que os conhecimentos relativos à prática e ao exercício profissional ocupam apenas algo em torno de 28% da carga horária dos currículos dos cursos de Pedagogia, “formadores” de professores. Considerando que tem havido um debate bastante intenso sobre esta temática da formação dos professores é possível perceber-se que, contraditoriamente, quanto mais se discursa, mais a prática se distancia da realidade formativa dos novos professores, fato que me preocupa sobremaneira.

Pensar uma nova modalidade formativa, a exemplo do que vem sendo proposto pelos autores que estudo, para falar apenas e tão somente deles, implica em outras ações bem mais aprofundadas que a modificação de uma matriz curricular, é preciso balançar até a desestruturação completa esse paradigma que aí temos colocado e projetar nosso olhar para o futuro, partindo da consciência que temos que o hoje é melhor que o ontem, mas jamais poderá ser melhor que o amanhã. Tudo isso só se consegue com trabalho efetivo, deixando um pouco de lado a discurso vazio que tem norteado o nosso fazer. Assumir essa consciência do nosso fracasso enquanto formadores já será um tremendo de um passo rumo à transformação.

No contexto e com o propósito com que escrevo neste blog considero que a reflexão aqui realizada está muito aquém das possibilidades e muito longe de tratar toda a realidade, mas, acredito, dá sua pequena parcela de contribuição para a discussão, já que mais não seja no aspecto da provocação de debate que espero poder realizar.



REFERÊNCIAS

DUARTE, N. As Pedagogias do “Aprender a Aprender” e Algumas Ilusões da Assim Chamada Sociedade do Conhecimento. Trabalho apresentado na Sessão Especial intitulada Habilidades e Competências: a Educação e as Ilusões da Sociedade do Conhecimento, durante a XXIV Reunião Anual da ANPED, 8 a 11 de outubro de 2001, Caxambu, M.G.

FUNDAÇÃO VITOR CIVITA. Estudos e Pesquisas Educacionais. a. I, São Paulo, 2010.  

quarta-feira, 16 de julho de 2014

03 - PEQUENA NOTA DE ESCLARECIMENTO E PEDIDO DE DESCULPAS

03 - 16/07/14

A pressa é inimiga da perfeição! É um fato mais que comprovado.

Com pressa de apresentar esta nova ferramenta não atentei para as configurações gerais, isso veio gerar uma quase impossibilidade de as pessoas publicarem seus comentários.

O problema já foi devidamente resolvido e agora qualquer pessoa identificada poderá publicar seus comentários. Como os comentários estão sujeitos à moderação, é preferível que não tentem publicar de forma "anônima", pois enquanto moderador não permitirei tais condições. Não é uma questão de abuso de poder da minha parte, apena se trata de uma precaução com a segurança de todos nós. Assim espero que entendam

Por todos estes fatos venho, publicamente, pedir desculpas aos interessados.

E continua a promoção: "Quem primeiro postar um comentário que tenha a ver com o post anterior ganha um livro! Vamos concorrer?

terça-feira, 15 de julho de 2014

02 - UM OLHAR DESAFIADOR



UM OLHAR DESAFIADOR[1]

Manuel Fernandes
02 - 15/07/14


A formação inicial do professor não pode ser encarada apenas como a etapa inicial do processo, realizada de uma forma aligeirada e descomprometida com uma visão holística do fazer pedagógico, o que acarreta para os cursos de formação uma responsabilidade que não deve ser encarada superficialmente ou corremos o risco enorme de estarmos, em nome de melhoria qualitativa, incorrendo permanentemente no erro que se tem alastrado pelas nossas unidades formativas que visa prioritariamente o quantitativo.

Nesse sentido, uma formação inicial deverá considerar, também, elementos do conhecimento geral capazes de ajudar a consolidar as teorias educacionais desenvolvidas para que o professor/formando se sinta minimamente à vontade no desempenho de suas atividades diárias durante seu fazer pedagógico.

Em seus estudos e consequentes pronunciamentos, Nóvoa (2009) alerta para a importância de se atentar para cinco propostas de trabalho formativo, são elas:

• Assumir uma forte componente práxica, centrada na aprendizagem dos alunos e no estudo de casos concretos, tendo como referência o trabalho escolar;
• Passar para «dentro» da profissão, baseando-se na aquisição de uma cultura profissional e concedendo aos professores mais experientes um papel central na formação dos mais jovens;
• Dedicar uma atenção especial às dimensões pessoais da profissão docente, trabalhando essa capacidade de relação e de comunicação que define o tacto pedagógico;
• Valorizar o trabalho em equipa e o exercício colectivo da profissão, reforçando a importância dos projectos educativos de escola;
• Caracterizar-se por um princípio de responsabilidade social, favorecendo a comunicação pública e a participação profissional no espaço público da educação.  

Dentro do proposto e anunciado na nota de rodapé, abaixo, faço uma ligeira análise das propostas para que elas sejam mais facilmente comparadas com a nossa realidade. Assim, pela primeira proposta, a formação do professor deve estar referenciada pelo trabalho escolar, o que, na minha avaliação, implica de imediato um contato mais acentuado com a realidade escolar que esse professor/formando irá encontrar depois de profissionalizado. Não acredito que um estágio (dito supervisionado) de poucas horas “efetivas” de trabalho possam ser suficientes para uma maior compreensão da complexidade do que é ser professor, nem que seja capaz de dar informação suficiente sobre a totalidade de conhecimentos que é preciso dominar no exercício da função. Entendo também que esse conhecimento necessita ser de duas ordens distintas, porém complementares: a teórica e a prática, muito além da indissociabilidade que deve existir entre elas.

Na segunda proposta, e em completa comunhão com o pensar da proposta anterior, faz-se necessário vencer a barreira que é criada entre o profissional já em exercício e aquele outro em formação. O pensamento a desenvolver é aquele que aponte para a construção coletiva de uma melhor qualidade para a educação, na qual não cabem pessoalismos[2], egoísmos e outros “ismos” de igual quilate e sim aquele que tenda a aproximar saberes diferentes na busca de um completude.

A terceira proposta é um pouco mais ambiciosa e, por falta de uma maior compreensão, geradora de algumas polêmicas, uma das quais motiva a existência deste pretenso fórum de discussão: o curso de Pedagogia enquanto instância formadora de professores. Quando o autor aponta para o tato pedagógico não refere, em minha opinião, o citado curso, mas a ciência que investiga a teoria e a prática da educação nos seus vínculos com a prática social global (Libâneo,1994), ou, como ele diz à “capacidade de relação e de comunicação” que se estabelece no ato de aprender/ensinar.

Um dos pontos altos destas proposta de Nóvoa aparece na sua quarta colocação que, acredito, não traduz um local de hierarquia por importância das propostas, mas muito mais uma sequência lógica de pensares sobre a formação do professor. Quando Nóvoa destaca, “reforçando a importância dos projectos educativos de escola” permite-me a mim o reforço de uma análise mais aprofundada sobre um dos modelos praticados na nossa formação, que considero basilar em todo esse processo. Refiro-me, certamente e com confiança, ao modelo de pesquisador que se deseja formar (entre nós) no novo professor. A importância dos projetos educativos obriga a que as nossas pesquisas – que nem por isso deixam de ser científicas sem, no entanto, buscar a formação do cientista e sim a formação de um modelo de educador capaz de elaborar um projeto – sejam direcionadas ao que chamo de “projetos de intervenção pedagógica”. Agir afirmativamente na realidade circundante – neste caso a educacional – é promover a transformação possível em oposição à falta de objetividade que se tem verificado nas produções de nossos professores/formandos, induzida, principalmente, por uma política menos clara e, até certo ponto, aligeirada de formação para esse tipo de profissional.

Por último, Nóvoa chama a atenção da necessidade de se envolver toda a sociedade nesse processo formativo de novos professores e isso implica numa parceria suficientemente estreita entre as instituições formadoras e a sociedade de um modo geral. É ela, a sociedade quem, em última instância, é a mais beneficiada com a melhor formação do professor, considerando que no ciclo existencial das pessoas ele é personagem importante para a produção de desenvolvimento humano e tecnológico.

Para dar início a um debate que espero possa acontecer, este pequeno texto ousa provocar a todos e todas à reflexão e à participação. Não basta ler (decodificar os símbolos gráficos) é preciso dialogar com o texto, criticar o autor de forma construtiva, apresentar outros pontos de vista. Participe! Comente e deixe sua opinião que, apesar de ser “controlada, para evitar excessos” tem a publicação garantida independente da concordância ou não com a discussão. Como não tenho a pretensão de ser o dono saber estou aberto a novas contribuições que somem na busca por uma formação mais próxima do necessário ao novo professor.

Antecipadamente agradeço toda e qualquer participação, mesmo que mais não seja pela leitura simples destas minhas palavras jogadas a esmo no ciberespaço.

REFERÊNCIAS:

NÓVOA, A. Para uma formação de professores construída  dentro da profissão. Revista de Educacion, do MEC/ES, nº 350, ano: 2009. O artigo pode ser localizado na Internet, no site: http://www.revistaeducacion.mec.es/re350/re350_09por.pdf, acessado em 20/03/2012.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.



[1] Este pequeno artigo destina-se, inicialmente, à publicação no blog do NUPEMSE, razão pela qual não apresenta maior profundidade de análise, como deve ter um artigo científico. Retrata, no entanto, a proposta do seu título: desafiar o olhar daqueles que estão em início de formação, mas não só, pretendo, também, chamar a uma reflexão aqueles formadores que por ventura se arrisquem a ler este trabalho. Mantive a escrita original no português de Portugal.
[2] Que me seja permitido o neologismo ou a pretensão de cria-lo. O que busco enfatizar é o individualismo exacerbado que muitos de nossos pares praticam, talvez por uma deficiência/ausência de formação no sentido do coletivo. “Pessoalismo”, na medida em que quem se destaca é a pessoa e não o indivíduo profissional.